sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Uma Alternativa à Auto-Sabotagem Sindical

Uma Alternativa à Auto-Sabotagem Sindical

por Jackson Salustiano
O que leva movimentos sindicais a deflagrar diversas greves é o pleito pela atualização do ‘salário base’ da categoria. De fato, a prática da greve como a solução para essa demanda é “um processo de barganha coletiva”. Esse processo alega legitimar a “quebra de contrato” e, com isso, a “quebra… do mandamento ‘não furtarás’, além de implicar perjúrio”. O processo ainda “almeja se transformar numa espécie de chantagem” em inúmeras ocasiões.
Isso, sem dúvida, gera prejuízos à sociedade: por exemplo, a paralisação de serviços muitas vezes essenciais. Sem contar que a liberdade sagrada de ir e vir é rotineiramente violada ou pelo menos restringida por passeatas, obstruções e piquetes em certas áreas públicas. Os direitos de terceiros são, assim, feridos. A ética cristã resumida no segundo ‘grande mandamento’ é desrespeitada como um todo.
Mas existe possível mobilização legítima? Sugiro uma atitude a “levar em consideração a possibilidade de uma maneira mais criativa e moralmente aceitável de ação coletiva” promovida pelo cristão trabalhador. Trata-se da movimentação de seus pares para exigir dos representantes sindicais que a negociação das condições laborais da categoria sejam antecipadas, uma vez que são previstas, pelo menos, com um ano de antecedência.
Isso evitaria que as representações de classe permitissem, de forma leviana e até mesmo com negligência, a repetida negociação de última hora para ‘criar um fato’ que vivem rotulando de prejuízo, levando-as a tomar a medida drástica de paralisação. Na verdade, são as próprias representações de classe que precipitam de propósito essa auto-lesão. Com amigo desse naipe, quem precisa de inimigo?
Essa prática, bem corriqueira nas representações sindicais no Brasil, deve ser rejeitada e denunciada pelo trabalhador cristão. Ela não se coaduna com qualquer princípio ético bíblico. Pelo contrário, revela um pacto de hipocrisia engendrado pelos agentes representativos das associações. Esse pacto deve ser suplantado a todo esforço pela atuação criativa e ética do cristão no fronte de sua vocação funcional instituído pelo Criador.

Fonte: http://politicareformada.wordpress.com/2013/07/27/sabotagemsindical/


É Livre a Organização Sindical (Mas nem Tanto) por Vinícius S. Pimentel

É Livre a Organização Sindical (Mas nem Tanto)

por Vinícius S. Pimentel
A feição ‘monocromática‘ da organização sindical brasileira – onde há pouco (ou nenhum) espaço para associações voluntárias de trabalhadores – é devida a uma ‘pintura’ jurídica: é a Constituição da República de 1988 quem proíbe a pluralidade de sindicatos.
Embora o artigo 8º da Constituição afirme que “é livre a associação profissional ou sindical”, o seu inciso II qualifica essa liberdade de maneira excessivamente restritiva, proibindo a criação de mais de um sindicato para representar uma mesma categoria (de trabalhadores ou empresários) em uma mesma base territorial. Significa dizer que os trabalhadores brasileiros são livres apenas para escolher entre não ter um sindicato ou ter um único sindicato.
Esse modelo baseado na unidade sindical (em oposição à pluralidade vigente em outros países) é seguido no Brasil desde o período do Estado Novo, no qual as relações de trabalho e o sindicalismo foram pensados por um viés claramente fascista e corporativista. Sob essa ótica, cabe ao Estado gerir e controlar todas as associações que emergem na vida social, a fim de fazê-las atuar de modo colaborativo para o ‘bem da nação’. No que se refere às organizações sindicais, a intervenção estatal teria por objetivo suplantar a ‘luta de classes’ e levar os sindicatos profissionais e patronais a colaborarem para o desenvolvimento econômico nacional. A pluralidade sindical tornaria esse controle governamental virtualmente impossível.
Talvez o corporativismo tenha ficado para trás, mas o modelo unívoco, que proíbe arranjos alternativos de trabalhadores, ainda mantém os sindicatos fortemente controlados – se não pelo Estado, certamente pelos grupos políticos que se perpetuam nas lideranças sindicais, tantas vezes cooptados por interesses partidários e econômicos contrários à ‘lógica’ interna da associação que lideram. Pode-se dizer, com efeito, que a unidade sindical conduz a uma “auto-sabotagem” e a um “pacto de hipocrisia engendrado pelos agentes representativos das associações”.
Como pode o trabalhador cristão brasileiro, nesse contexto, atuar de forma “criativa” e ética para cumprir o mandato recebido do Criador? Por um lado, é possível a criação de associações, sem caráter sindical, com o objetivo de “incentivar a reflexão normativa em cada ramo profissional, além da defesa aos fracos quando há injustiça na relação de trabalho.” Por outro, dadas as limitações na atuação de uma associação desse tipo, o cristão interessado em uma política reformada deveria considerar também a possibilidade de buscar, no âmbito legislativo, a substituição do modelo unívoco vigente por um que contemple a pluralidade sindical.

Fonte: http://politicareformada.wordpress.com/2013/08/07/e-livre-a-organizacao-sindical-mas-nem-tanto/

quarta-feira, 19 de junho de 2013

(Vídeo) - Movimento Passe Livre é Distração Para Golpe! Acorda! Não seja ignorante e massa de manobra!

(Vídeo) - Movimento Passe Livre é Distração Para Golpe! Acorda! Não seja ignorante e massa de manobra!

Clique no link abaixo para assistir o vídeo:http://partidocalvinista.blogspot.com.br/2013/06/movimento-passe-livre-e-distracao-para.html

O Partido Calvinista defende o Projeto que permite tratamento da homossexualidade e condena o comportamento imoral dos deputados do PPS contra o respectivo projeto. Cristãos e Evangélicos não devem votar nestes partidos de esquerda e imoral.

O Partido Calvinista defende o Projeto que permite tratamento da homossexualidade e condena o comportamento imoral dos deputados do PPS contra o respectivo projeto. Cristãos e Evangélicos não devem votar nestes partidos de esquerda e imoral.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:http://partidocalvinista.blogspot.com.br/2013/06/o-partido-calvinista-defende-o-projeto.html

(Vídeo) - Como fazer Passeatas de Protesto - Olavo de Carvalho

(Vídeo) - Como fazer Passeatas de Protesto - Olavo de Carvalho

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